Bem
- vindos todos e todas a um novo ciclo de aprendizado, compartilha e
desenvolvimento pessoal junto ao maravilhoso Kaká no INTEGRIA
O
Integria apresenta a série de Encontros com Kaká Werá,
tendo como propósito o resgate dos princípios filosóficos
norteadores da sabedoria ancestral brasileira, em especial a Tupy, bem
como seus sistemas de vida auto-sustentável e de cura, ou seja
a história que a história não contou.
Kaká
Werá experimentou, estudou, pesquisou e desenvolveu um sistema
vivencial e de imersão, com o objetivo de revelar, despertar
e integrar o ser humano contemporâneo à sua natureza pelo
caminho da cura da alma.
Todo
ser humano possui uma dimensão ecológica e espiritual
que sustenta seu aspecto físico e psíquico. Esta dimensão
foi adormecida pelo mundo contemporâneo, mas sua sabedoria foi
resguardada pelas culturas ancestrais.
“É
extremamente importante disponibilizar para aquele que busca a cura,
a sabedoria que existe no interior de si mesmo tornando-o consciente
de que a energia da vida segue o pensamento (Mundo Superior), o sentimento
(Mundo intermediário) e a crença (Mundo Inferior). Esta
energia assume a qualidade do que se pensa, sente e crê".
Kaká Werá
NOVOS
TEMAS PARA AS VIVENCIAS DE 2012
1.
KUARACY KORÁ –
O SISTEMA DE AUTO-CURA E AUTOCONHECIMENTO NA TRADIÇAO TUPY.
Janeiro
27-29 e Fevereiro 3-5, 2012
Kuaracy-korá
é um sistema simbólico que facilita a imersão do
indivíduo em sua natureza mais íntima, para por luz sobre
os recursos interiores que existem á disposição
para o aprimoramento pessoal e para o conhecimento de fatores e princípios
que impulsionam á uma vida mais consciente de si e mais integrada
a sua verdadeira essência.
Kuaracy-korá
foi inspirado na cosmovisão da antiga tradição
tupy, onde a partir da expressão da constelação
arquetípica que estrutura a psique humana e seus temperamentos,
o participante é estimulado á se despir de padrões
errôneos que construiu para si mesmo e reconciliar com aqueles
que a natureza mais íntima da alma lhe oferece para sua auto
realização.
O
objetivo desta imersão é a integração de
três aspectos do ser: corpo, consciência e espírito;
através da leitura simbólica da natureza exterior, no
sentido do que ela representa para a alma, que tem aqui o significado
de “natureza interior”. Para isso, o encontro se utiliza
de exposição de conceitos, dinâmicas em grupo, partilhas
e práticas contemplativas.
Esta
vivência, fundamentada na sabedoria ancestral do Brasil, surgiu
após uma década de estudos e busca pessoal de Kaká
Werá, que a realiza á mais de 15 anos em diversos lugares
do País e na Europa, mais especificamente na França, Inglaterra
e Escócia.
PROGRAMA:
PARTE UM: CONCEITOS
· KUARACY-KORÁ – O MITO ANCESTRAL E SUA MANDALA
CONSCIENCIONAL
· A COSMOVISÃO TUPY E O HOMEM COMO FILHO DA TERRA E DO
CÉU
· A CURA ATRAVÉS DO ESTADO INTEGRADO DA CONSCIÊNCIA
· PADRÕES QUE GERAM “MAUS ESPÍRITOS”
· RITOS: AÇÕES QUE CURAM E GERAM “BONS ESPÍRITOS”
PARTE DOIS: PRÁTICAS
· PRÁTICA DO JEROKY – DANÇA CIRCULAR DE INTEGRAÇÃO
· PRÁTICA DO PORÃ-HEY – SÍLABAS QUE
CURAM
· PRÁTICA DO KIRI – CONTEMPLANDO A NATUREZA VERDADEIRA
DO SER
· RITO DO KUARACY KORÁ – INTEGRANDO-SE Á
NATUREZA
· UYBÁ – DESENVOLVENDO CLAREZA, FOCO E ATENÇÃO.
· PARTILHA
2.
A ÁRVORE ANCESTRAL –
A IMPORTÂNCIA DA ANCESTRALIDADE EM NOSSAS VIDAS.
23-25
de Março, 2012
Para o homem moderno e globalizado, as suas raízes culturais,
pessoais, e arquetípicas não são importantes. Isso
se deve ao fato de que esta suposta modernidade estar centrada nas aparências
e com o foco excessivo no mundo material. No entanto, esta visão
tem gerado infelicidade, dificuldades de progresso e prosperidade, e
inclusive alguns tipos de doenças pessoais e coletivas.
Na verdade, assim como a força e o poder de frutificação
da árvore começa pelas raízes e pelo chão
ao qual esta se assenta, o poder de realização do ser
humano se manifesta de acordo com o valor e a consciência que
possui em relação ás suas origens.
A tradição ancestral do Brasil reconhece que devemos atentar
e cuidar das raízes em diversos níveis. Ao compreender
tal importância e seus fundamentos, a vida pessoal pode gerar
quatro categorias de bênçãos: harmonia, prosperidade,
sabedoria e êxito.
Nesta imersão, Kaká Werá apresenta um amplo conceito
de ancestralidade que vai além de questões étnicas
ou raciais, propõe reflexões e práticas em grupo,
e elucida como a arte de cuidar das raízes pode promover uma
cura de alma.
PROGRAMA:
· A TRADIÇÃO TUPY E SUA ORIGEM SAGRADA
· OS TRÊS NÍVEIS DE ANCESTRALIDADE
· A ANCESTRALIDADE E SEUS REFLEXOS NO CORPO, NA CONSCIÊNCIA
E NO ESPÍRITO
· A IMPORTÂNCIA DO RESPEITO E DA GRATIDÃO ÁS
DIVERSAS ORIGENS CULTURAIS
3. O ARCO E A FLECHA – Princípios para um melhor
relacionamento entre o feminino e o masculino.
jul 27-29
Nas
sabedorias indígenas existem conceitos referentes aos aspectos
masculino e feminino do ser que indicam uma origem comum ao yin e yang
da tradição oriental. Na cultura tapuia são chamados
de wak-miê e kat-miê. Na cultura tupy são chamados
jasuká e jeguaka. Assim, os respectivos nomes vão mudando
conforme as respectivas línguas de cada povo, mas o seu sentido
em essência propõe a idéia de que o ser humano possui
em sua natureza interior princípios que não são
separados por gênero, e nem são separados por si mesmos,
e que se complementam mutuamente e servem como propulsores de potenciais
do indivíduo.
Um entendimento mais profundo dos princípios que complementam
o indivíduo propicia uma melhora na arte dos relacionamentos
e na obtenção de êxito pessoal, levando-se em consideração
que as relações no mundo exterior são reflexo das
relações do ser consigo mesmo. Portanto, conhecendo melhor
os padrões arquetípicos dos princípios que regem
o indivíduo, pode-se obter êxito em diversos níveis
e situações da vida. Este é o propósito
desta imersão.
Princípios
femininos:
1. A noite – principio do mistério.
2. O sono – princípio do repouso.
3. A sabedoria – princípio do sopro que inspira e ilumina.
4. A compaixão – princípio que ama indistintamente.
5. A beleza – princípio que aprimora o ser.
6. A misericórdia – princípio que perdoa além
da sabedoria.
7. A morte – princípio que transforma para elevar.
Princípios
masculinos:
1. O poder – princípio que ordena o caos.
2. A autoridade – princípio que imprime o modelo.
3. O despertar – princípio que imprime o crescimento.
4. A força – principio que protege e agride.
5. O foco – principio que busca o alvo.
6. A fúria – princípio que reage ás distorções.
7.
A luta - princípio que aprimora o caráter.
Nesta
imersão de final de semana no INTEGRIA, o Kaká irá
nos conduzir com sua habitual amorosidade e sabedoria através
dos conceitos acima descritos, propiciando uma experiencia única
de cura, aprendizado e integração com nossa essência.
4.
ARAPOTY: INICIAÇÃO PARA O RENASCIMENTO –
O COMPROMISSO CONSCIENTE COM O DESENVOLVIMENTO INTERIOR.
set 28-30 (lua cheia) A
sabedoria ancestral relata sete etapas do crescimento e desenvolvimento
da alma; até chegar o momento do verdadeiro despertar, que é
como dar a luz á um novo ser a partir de si mesmo. Na verdade
este novo ser é a natureza original que cada indivíduo
é, mas que não lhe foi dada a atenção.
Quando
começa o reconhecimento de que o Homem é espírito
e não matéria, dá-se o nome esotérico de
“iniciação”, pois marca um novo momento no
interior da pessoa, onde o foco de sua existência deixa de ser
o “ego” e passa a ser essência verdadeira que lhe
habita. Neste momento também uma crise e uma luta se trava; há
uma “morte” que em inúmeras culturas do passado foi
simbolicamente tratada como “a morte sagrada”. Há
também um “renascimento”, que também é
reconhecido em diversas filosofias.
O
ser renascido colhe bênçãos e prosperidade, mas
também estabelece um compromisso com seu íntimo, que é
o de progredir infinitamente em direção á verdade.
Sabe que haverá ainda percalços, erros e acertos no caminho,
mas agora também já sabe o caminho.
Nesta
imersão serão tratados dos dilemas da iniciação
espiritual, assim como as sete etapas do crescimento e desenvolvimento
da alma sob a ótica de uma sabedoria inspirada na observação
da natureza.
5.
O CÍRCULO DO FOGO SAGRADO – RITO DE PURIFICAÇÃO
DA MENTE.
nov
30-dez 02
Desde os
mais remotos tempos o ser humano se reúne em volta de um fogo,
seja para preparar um alimento, seja para contemplar o seu mistério,
seja para iluminar a sua noite. O fogo nos conecta com essa ancestralidade
primeva e transcultural. Simbolicamente ele representa o espírito,
o poder espiritual, Deus. Pois é a partir desta ideia que se
realiza o círculo do fogo sagrado. Um encontro com a proposta
de se colocar diante do sagrado mistério da vida e nos purificarmos
de mazelas, de ideias errôneas e sobre nós mesmos, padrões
distorcidos que criamos para nós mesmos e questões diversas
que truncam o progresso do ser em sua natureza original.
A natureza é o templo e a expressão do aspecto feminino
de Deus, quando o ser humano se reúne diante da natureza com
respeito e gratidão, e acende o fogo sagrado reconhecendo em
sua presença a própria ação purificadora
e transformadora do Grande Espírito, males da alma podem ser
removidos. Este é o propósito desta imersão.
OS
MÓDULOS DO CURSO:
Cada
módulo do curso tem a duração de um final de semana
(sexta-feira à noite a domingo 15hs), em regime de imersão.
A didática inclui exposições orais, atividades
práticas/vivenciais e dinâmicas de grupo. Alguns módulos
tem um livro-apostila correspondente ao tema.
As
vagas são limitadas e são preenchidas por ordem de inscrição.
Facilitador:
Kaká Werá Jecupé,
Kaká
Werá é especialista em difusão de valores sagrados
e da medicina da cultura indígena do Brasil através de
palestras, livros, vivências, participação em congressos
e seminários desde 1992. É
professor de cultura de paz e valores humanos desde 1997 pela Fundação
Peirópolis e pela UNIPAZ, e realizou palestras e aulas inaugurais
em diversas faculdades e universidades do Brasil e do Exterior.
Teve
a honra de participar de seminários de aprendizado com Sua Santidade
o Dalai Lama no Brasil, na Índia e na França, estabelecendo
a partir daí um elo entre a ancestralidade tibetana e a tupy.
Kaká
Werá é membro do Colégio Internacional dos Terapeutas,
fundado pelo teólogo e Phd em Psicologia Jean Yves Leloup e pelo
doutor e reitor da Unipaz Pierre Weill, como terapeuta social. É
também filiado ao Sindicato Nacional dos Terapeutas (CRT 43002)
como terapeuta em medicina tradicional.
De
acordo com os parâmetros legais, o Terapeuta em Medicina Tradicional
Complementar atua como um catalisador da tendência natural do
auto-equilíbrio, facilitando-a por meio de uma somatória
de técnicas 100% naturais , tratando o sistema energético
humano, analisando e orientando o ser como um todo: físico, mental
emocional, energético e espiritual. Podendo inclusive fazer uso
de instrumentos e equipamentos não agressivos, além de
produtos cuja comercialização seja livre, bem como orientar
seus clientes através de aconselhamento profissional. Dentro
das normas éticas e disciplinares reconhecido através
de entidades de ensino.
A
base legal para o seu exercício está no plano de estratégias
da 56a. Assembléia Mundial de Saúde da OMS - Organização
Mundial da Saúde, sobre a Medicina Tradicional Complementar,
para 2002/2005, Genebra, Reunião 111o , em 12/12/2002 e com base
na portaria no. 971, de 03/05/2006, do Conselho Nacional da Saúde
- Ministério da Saúde- Brasil, publicado no Diário
Oficial da União em 04/05/2006
É
autor de vários livros entre eles: "A terra dos mil povos"
(Ed. Peirópolis, 1998), "Tupã Tenonde" (Ed.
Peirópolis, 2001), "Oré Awé Roiru´a
Ma" (Ed. Triom,2002). As fabulosas fabulas de Iauaretê (Ed.
Peirópolis, 2007)